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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Museu do Amanhã.. O contraposto da Irracionalidade!

O Museu do Amanhã, novo Projeto de Eduardo Paes, nosso Prefeito!!

E nossas crianças de amanhã, o que serão delas?

Segundo ele, o Prefeito, o projeto está orçado em R$ 65 milhões e é resultado da parceria entre a fundação, a prefeitura, o governo do estado e a Financiadora de Estudos e Pesquisa (Finep), ligada ao governo federal.
Santiago Calatrava, convidado pelo prefeito Eduardo Paes para projetar a futura sede do Museu do Amanhã, no Píer Mauá, assistiu ao desfile a convite do prefeito Eduardo Paes. Calatrava, que visita a cidade pela primeira vez, disse que pretende apresentar os projetos paisagístico e arquitetônico em nove meses. As obras, calcula o arquiteto, deverão levar entre 16 e 20 meses. Além disso, outros seis meses seriam gastos para equipar o complexo cultural.
Fonte:  O Globo

Enquanto isso!

Rio de Janeiro expõe crise em todo o sistema de saúde público.
 
A falta de investimentos na saúde e favorecimento de empresários dos governos federal ao municipal PT-PMDB-DEM criaram condições para o caos na saúde pública

2 de abril de 2008
Os criminosos governos burgueses de alto a baixo, causaram até o momento e em números oficiais a morte de 67 e 47.779 infectados pela dengue no Rio de Janeiro.
Neste primeiro trimestre do ano, em todo o país, ocorreram 125.349 casos de dengue, e coube ao Rio de Janeiro ter quase 40% dos casos.
A situação no Estado é de caos total. Foram confirmados mais 13 casos nesta segunda-feira, dia 31, num total de 67 vítimas e 44 delas mortas na cidade do Rio de Janeiro.
Os hospitais não conseguem garantir o atendimento de todas as vítimas. Crianças chegam ao hospital sangrando, com o pior tipo da doença, a hemorrágica, e não consegue ser atendida, não há médicos e nem leitos. As esperas chegam a oito horas e não há nenhuma atenção aos pacientes que estão na espera, que precisam ter uma abundante hidratação.
A taxa de mortalidade, relativa aos casos diagnosticados chega a 20%. Um número assustador, justamente pela total destruição do sistema de saúde. Este índice é 20 vezes maior que a aceito pela Organização Mundial da Saúde.
A crise está longe de resolução. Os números de morte ainda podem aumentar sensivelmente, visto que há mais de 100 mortes sendo investigadas para saber as causas.
Fonte: O Globo

Essa é a situação do nosso estado!

Cadê nossos legisladores Vereadores que aprovam uma loucura dessas?

Genocío Humano 2

  Inspirado em Auguste Rodin.. 
                  O pensador!

                       Será que eles não sabem que   eu tenho fome?

Será que vamos continuar a ver cenas como essa, sem que tomemos uma atitude de fato?
Até quando a justiça nesse País e no mundo, vai continuar a fechar os olhos para fome dessas crianças?

Pensem no que fazer, mas não, em apenas admirar!

Em Pleno século XXI o Genocídio Humano Continua... A Fome!

Tempos de Inquisição, Políticagem ou Irracionalidade Humana?

 A fome é um tema recorrente. Seja pelo desgraçado som das barrigas roncando dos famélicos, seja pelo espetáculo de sordidez hipócrita como o tema é debatido (e sempre amenizado ou esquecido). Segundo uma estimativa atual da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 920 milhões de pessoas sofrem de fome crônica no mundo. Sem maiores adjetivações, a fome é muito mais que uma particularidade de uma dada região endêmica, mas sobretudo uma questão profundamente inserida no modo de produção e partilha de riquezas materiais, ideológicas e culturais de uma sociedade.
Para quem vive nos suntuosos escritórios da Avenida Paulista, símbolo lustroso da "locomotiva" paulista, acomodando o farto glúteo em densas poltronas de couro "legítimo", entre um olho nos índices da BOVESPA e o outro olho em algum catálogo em busca da próxima garota de programa para o descontraído "happy hour", a fome seria uma coisa de pobre, preto ou nordestino (geralmente um misto destas três derivações!). Claro, a tal "fome" não passa nem de longe na cabeça de algum agiota financeiro ou um empresário "bem sucedido" no capitalismo à brasileira.
 
Não seria a ética ascética do trabalho que agracia seu crédulo com beatitude do lucro e leva para debaixo do tapete qualquer excrescência a este processo? Na limitada dimensão do mundo e no alto de imponentes edifícios, a ótica do especulador das finanças do engenho capitalista, a fome e a degradação humana são problemas do "gueto" (leia-se, "aquelas criaturas que ficam pedindo esmola nos faróis da cidade" e ponto final!). Para as classes médias e remediadas, a questão da fome oscila entre a caridade recalcada e a "punição merecida" aos lenientes ao trabalho (logo, riqueza e pobreza é uma questão meramente de "sorte para os esforçados"!). Para os burocratas formadores de políticas públicas, os chamados "policymakes", a fome precisa se enquadrar dentro dos padrões orçamentários governamentais. Já para os políticos de amplo espectro partidário, a fome é sempre um mote que angaria um bocado jocoso de votos.
 
Josué de Castro (1908-1973) se debruçou com maior afinco e destaque no estudo da fome no Brasil. Pernambucano de nascimento, médico e sociólogo, conheceu bem de perto o drama existencial do conceito de fome. A definição para as origens da fome merece o destaque das palavras de Castro: "A fome é, conforme tantas vezes tenho afirmado, a expressão biológica de males sociológicos. Está intimamente ligada com as distorções econômicas, a que dei, antes de ninguém, a designação de ‘subdesenvolvimento’".
 
É muito mais simples culpar os miseráveis pela sua própria miséria humana do que querer discutir os reais fundamentos da desequilibrada distribuição de renda entre os indivíduos vivendo numa mesma sociedade. Há ainda aqueles supostos "especialistas" que tratam do tema como se fosse praticamente "profano" a tal ponto que qualquer tentativa de debatê-lo seria em vão (sempre suscitando uma expressão semelhante ao "muito complexo" compondo a discussão da fome). Para os partidários do "complexismo da fome", deveriam perguntar aos que passam fome qual a sensação de não terem absolutamente nada para comer durante horas ou dias (certamente a resposta seria inequívoca!).
 
Naturalmente, dentro dos teares do que o economista austríaco, Karl Polanyi, batizou de "moinho satânico", está o sistema de regulação da natureza capitalista do mercado, que possui na sua gênese a ordem imperativa da desagregação social. O que causa certa perplexidade quando alguns pesquisadores buscam justificar o "ambiente caótico" do capitalismo na aproximação de teorias naturais de caos e complexidade (alguns destes "bombeiros intelectuais" têm a insensatez de adornar tais estudos com um rótulo fantástico de "Econofísica", ou seja, o que seria uma prosaica "Física da Economia"!).
 
Logo, o que sobra para amenizar os conflitos de classes e não proporcionar maiores empecilhos ao capital (por exemplo, revoltas e revoluções por parte dos excluídos do processo deste sistema)? Uma forma muito bem oportuna é patrocinar a querela cristã da piedade ou caridade. Destaca-se no "Novo Testamento" a importância da doação como oferenda divina e não como necessidade de justiça social: "O poder divino deu-nos tudo o que contribui para a vida e a piedade, fazendo-nos conhecer aquele que nos chamou por sua glória e sua virtude" (Segunda Epístola de Pedro, 1:3).
 
A piedade sob a forma de caridade é uma vil promessa de cura que apenas sustenta a linha entre a vida e a morte. Atos de caridade podem ser muito salutares como dogmas religiosos (salvação da alma avarenta em busca de bonança na Terra Prometida), porém, são um nefasto caminho para justificar a suposta amenização da fome. Tratar a questão da fome como um problema isolado e passível tão somente da assistência providencial da caridade na esfera pública é proporcionar a perpetuação latente da degradação humana. A miséria não pode ser estancada com cômodas medidas circenses de piedade contemplativa cujos resultados são paliativos ou inócuos.
 
Excetuando períodos de guerra ou profundas calamidades naturais, é permanente o desequilíbrio social em praticamente todos os países, sejam os mais desenvolvidos, em desenvolvimento ou subdesenvolvidos. O que difere tais blocos de países em diferentes condições de progresso material é o apoio logístico que o Estado concede em cada um destes países, alguns mais propensos à amenização da pobreza, enquanto outros relegam seus habitantes à própria sorte. A fome é o símbolo máximo do lento genocídio do descarte humano.

Fonte:
Wellington Fontes Menezes é mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), bacharel e licenciado em Física pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Rede Pública do estado de São Paulo.
Contato: wfmenezes@uol.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email – Blog do autor:http://www.wfmenezes.blogspot.com/

Maluf diz... Eu ainda sou o Paulo Malu!

 
Isso é para os Otários e não para mim!

Eu sou o Maluf, ficha Limpa....

Apesar de ter uma condenação por decisão colegiada, nA segunda instância da Justiça estadual de São Paulo, Maluf afirmou que não está enquadrado nas inelegibilidades da Ficha Limpa. "É bom que se diga: sou elegível, sou candidato a deputado federal e não tenho nenhuma condenação.
Tenho 43 anos de ficha limpa de trabalho", disse Maluf.
Em abril deste ano o TJ-SP (Tribunal de Justiça) condenou Maluf, por 2 votos a 1, a devolver mais de 21 mil reais aos cofres públicos pela compra superfaturada, feita pela prefeitura de São Paulo à época em que ele era prefeito, de mais de uma tonelada de frango.
Os advogados de Maluf fizeram um embargo à declaração do tribunal, o que, na prática, significa pedir esclarecimentos por alguma dúvida, omissão ou contradição na decisão. O embargo impede o trânsito em julgado da sentença, mas não anula a decisão colegiada.
Questionado pela reportagem da Folha sobre o fato, o deputado afirmou que era uma "mentira". "Não é verdade. Fui inocentado em primeira instância e o caso está agravado, portanto não tenho condenação. É mentira que eu tenho uma condenação". 
Fonte: UOL NOTÍCIAS

O QUE FAZEMOS AGORA?

ACREDITAMOS NA JUSTIÇA DO NOSSSO BRASIL?
OU VAMOS VER MALUF VOLTAR DE CARA LAVADA!