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terça-feira, 27 de abril de 2010

Realidade Industrial Produtiva do País!!??...

Verdade ou Mentira????

Pelo mínimo que estudamos e, pelo mínimo que vemos em várias matérias divulgadas sobre a verdadeira estrutura Econômica Brasileira, ou talvez até Muldial. Não conseguimos entender de fato, como funciona esse tal mecanismo de avaliar o "Futuro", as projeções Econômicas no mercado Global Mundial.
Atualmente se fala em aquecimento da Economia Brasileira, onde justifica o aumento dos juros para conter esse aquecimento...
Outros vão mais além, onde as tais Comodities fazem certos produtos subirem de forma avassaladora, como no caso do Aço.

Leiam abaixo um texto publicado.
A incerteza dos preços vem da expectativa sobre a variação das commodities, particularmente petróleo e derivados e minério de ferro e, principalmente, sobre a evolução da cotação do dólar. Eventual queda nos preços das matérias-primas pode ser anulada pela subida do dólar ante o real.
Preço. “Para 2009 trabalhamos com preocupação com relação ao desempenho da economia internacional, mas com o cenário interno ainda positivo”, afirma Idalino Ferreira, diretor de comercialização para o mercado interno da Usiminas, maior fornecedora de aço para o setor automotivo brasileiro. “A demanda de aços planos deverá manter o crescimento, mas com ritmo menor do que o verificado em 2007 e 2008.”
De acordo com Instituto Brasileiro de Siderurgia, IBS, o consumo de produtos siderúrgicos cresceu 21,5% até junho ante igual período de 2007: recorde de 12,5 milhões de toneladas.
O setor automotivo respondeu, em 2007, por 26,8% do consumo total de aço no Brasil. A siderurgia nacional, de acordo com o instituto, deve investir, até 2013, US$ 45,7 bilhões na expansão de sua capacidade produtiva. Mas a questão é se o aquecimento do mercado interno, puxado pela construção civil e pelas indústrias automotiva e de bens de capital, elevará os preços do aço em 2009 como ocorreu em 2007 e 2008.
Até setembro o aço acumulava alta média de 45% no ano, o que gerou protestos das montadoras. De 2000 a 2007 o produto somava alta de 144%, enquanto os automóveis tiveram reajustes de 73%, segundo a Anfavea. Para o IBS os reajustes justificam a alta das matérias-primas sem precedentes, como os aumentos ocorridos no minério de ferro, de 70% a 85%, no carvão metalúrgico, de 200% a 300%, no ferro gusa e na sucata, acima de 100%, dentre outros.
De acordo com analistas da consultoria britânica Meps, especializada no mercado de aço, após longo período de valorização o preço do produto pode estar se aproximando do seu nível máximo, com reajustes, para baixo, já no fim deste ano e durante todo 2009, por conta da redução de liquidez nos Estados Unidos e no restante do mundo.
Ainda assim Idalino Ferreira acredita que “os preços do aço deverão continuar pressionados porque deve continuar o desequilíbrio da oferta e da demanda de insumos, o que pode elevar os custos do produto”. A Usiminas admite a importação de aço galvanizado:
“Importaremos aços galvanizados a quente, cuja demanda deve crescer, em 2009, de modo a garantir o abastecimento das montadoras e empresas autopeças”.
Enquanto a Usiminas importa galvanizados e a ArcelorMital utiliza toda a sua capacidade instalada a Galvasud, com planta em Porto Real, RJ, controlada pela CSN, tem capacidade para produzir 410 mil toneladas/ano de aço voltado exclusivamente para o setor automotivo.
A unidade está com 30% de ociosidade – ou 120 mil toneladas que poderiam abastecer o mercado interno.
De acordo com Luiz Fernado Martinez, diretor comercial da CSN, “defendemos a posição de que o Brasil não precisaria de importação no setor porque se trata de uma operação duvidosa, com custo talvez muito alto. A CSN tem condições de atender à demanda interna pelo menos até 2010 com a estrutura atual”.
Em 2010 e 2011 está prevista a entrada de usinas e linhas de aço galvanizado da Usiminas e ArcelorMital, específicas para atender ao mercado automotivo. Na opinião de Martinez o que está definindo os preços não é a relação da oferta com a demanda, e sim o custo de matéria-prima: “Não temos ainda um quadro de preços para 2009. Precisamos ainda entender o que acontecerá no mercado mundial com a crise nos Estados Unidos”. 


Afirma-se que, nossa industria tem capacidade ociosa de 30%, o que justifica então!!! Que internamente temos capacidade de produzir aço para industria interna... Mas a estória contada é outra, pois os mais adversos comentários, são de fato, uma crise não existente internamente.
Mas vamos falar da tal crise mundial.
Atualmente, isso divulgado pelos maiores jornais de todo o mundo, só 5 países entraram na lista, dos que realmente tiveram superavit e crecimento econômico no ano de 2009. Onde o Brasil, faz parte dos cinco!
O resto do mundo, o que siguinifica aproximadamente 95% da economia mundial, não estão consumindo nada.
Pois bem!
Pelo que  estudamos, pelo menos um pouquinho só, podemos deduzir que:
1 - Quando a oferta é maior do que a procura, isso normalmente faz com que os preços subam.
2 - Quando a oferta é menor do que a procura, isso faz com que os preços baixem.

Tanto o item 1 e 2, não condiz com o que aprendemos, ou pelo menos, seja sensato ao que ouvimos nos  bastidores econômicos.

O que justifica uma alta no Preço do Aço no mercado mundial de mais de 100%, tendo em vista que, o mercado mundial está totalmente  fora dos padrões de consumo, onde venha comprometer a capacidade de produção na área industrial de todo o mundo.
Vimos então que!!!
Esse mercado Futuro "As tais Comodities" não passa na verdade de um Guru especulador. 
Ou mais!!
Uma especulação dos mercados.. Países que sofrem com suas economias, principalmente aquelas que antes, dominavam os menores, hoje em dificuldades sérias, estariam forçando o mercado a reagir, indo de encontro a essas economias em desenvolvimento, como no caso o Brasil e a China, que tem feito o dolar cair frente suas moedas.
Até quando o Brasil vai continuar a aceitar essa opressão contra sua Economia?
Temos sim, condições de ampliar a capacidade de produção interna na Industria, e mais, temos investimetos para o ano 2011 de aumento maior ainda dessa capacidade de produção.
Porque então, aceitar essa subordinação do mercado internacional?
Será que vamos ser sempre capachos da Burguesia internacional...
 

Um comentário:

  1. Márcio como não achei seu e-mail e como gostaria de lhe dar uma satisfação, vou usar este espaço.
    Achei que não boi bem claro quando com ironiaa ironizo a mídia nacional. Ora, um estrangeiro que vem ao Brasil decerto vai estranhar o descompasso entre o que ele via quando estava fora do Brasil e o que ele vai ler agora no Brasil.
    Enquanto a mídia local só sabe agredir o Lula, a mídia o reconhece como um líder mundial, eis a razão do reportagem da Time.
    Um abração,
    Claudiomar Rolim

    Meu e-mail: claudiomar.rolim@uol.com.br

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